Quércia diz que PMDB de São Paulo não apoia Dilma “de jeito nenhum”
O PMDB de São Paulo não quer nem ouvir falar em dar palanque para a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, provável candidata do PT à Presidencia no ano que vem. Quem comanda esse movimento é o presidente do partido no Estado, Orestes Quércia, indo na contramão do PMDB nacional - que já selou aliança com a candidata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve indicar o vice na chapa da ministra.
Quércia é apenas um exemplo de resistência que o PMDB enfrenta em alguns Estados, contrários ao acordo com o PT. O próprio Lula já admitiu que, na falta de consenso entre PT e PMDB, Dilma deve subir em mais de um palanque nas regiões.
Em entrevista, o ex-governador de São Paulo - que agora quer disputar uma vaga no Senado - disse que está fechado com os presidenciáveis tucanos José Serra (governador de São Paulo) ou Aécio Neves (governador de Minas) desde que o PMDB não lance candidatura própria, como foi cogitado em encontro recente no Paraná de Roberto Requião, governador daquele Estado. Mas apoiar a petista está fora de cogitação.
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